Ver

o avesso
do sol o
ventre
do caos os
ossos.
Ver . Ver-se.
Não dizer nada.
– Orides Fontela, do livro “Teia”, em “Poesia Reunida [1969-1996]”. São Paulo: Cosac Naify; Rio de Janeiro: 7 Letras, 2006, p. 307.


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